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Amanda.19.Rio de Janeiro. Felicidade uma utopia. Filosofia sim. Comédia, não. O Desejo, maior dos males. Acusar jamais.Conhecimento. Freddie Mercury. Insônia. Ler. Internet. Calça jeans. Pagode não. Viver, obrigação. Morrer, uma opção.

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sábado, novembro 20, 2004


Lindo nao acham ?

Desabafado por Alice Maravilha às 5:05 PM

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sábado, novembro 13, 2004


O Soneto q segue eh de Augustos dos Anjos. Poema esse dedicado ao seu filho que morreu antes de completar seus 7 meses em 2 de fevereiro de 1911.
Esse soneto me fez pensar e mt, espero q tenha o mesmo impacto sobre vc.
SONETO

Agregado infeliz de sangue e cal,
Fruto rubro de carne agonizante,
Filho da grande força fecundante
De minha brônzea trama neuronial,

Que poder embriológico fatal
Destruiu, com a sinergia de um gigante,
Em tua morfogênese de infante
A minha morfogênese ancestral?!

Porção de minha plásmica substância,
Em que lugar irás passar a infância,
Tragicamente anônimo, a feder?!

Ah! Possas tu dormir, feto esquecido,
Panteisticamente dissolvido
Na noumenalidade do NÃO SER!

Augusto dos Anjos

Desabafado por Alice Maravilha às 10:28 PM

1 Comentários:

Gotham 22:46

Agora, me lembrei da morte do Jason... O segundo Robin!
É Coringa... a única vez q me venceu não foi?
BATMAN

By Anonymous Anônimo, em novembro 13, 2004 10:46 PM  

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sexta-feira, novembro 12, 2004


Demorei tanto para escolher esse poema, naum sei porq raios eu estou me sentindo assim. (me perdi...meu pai passou por aqui, como sempre irritado e reclamando).
Ehhh....Tao chateada, tao amargurada. A mt nao me sentia assim. Acho q as coisas estao voltando ao normal. Pensando bem, eu ja nao sei o q sempre fui. So sei uma coisa. Tive uma revoluçao na minha vida. Mudei. Voltei ao normal. E agora começa tudo de novo. Logo, eu mudei, voltei ao q era antes, e estou mudando de novo. Mas as pessoas mudam, sera q o q antes era "normal", nao virou a "revolução" ?
So sei q a confusao na mente, nos pensamentos estao voltando.
Bem, abaixo o poema do qual eu falei no começo, pois dizem q poemas descrevem melhor do q a gente o q estamos sentindo.

Bye , bye e até a proxima

VÍTIMA DO DUALISMO

Ser miserável dentre os miseráveis-
Carrego em minhas células sombrias
Antagonismos irreconciliáveis
E as mais opostas idiosincrasias!

Muito mais cedo do que o imagináveis
Eis-vos, minha alma, enfim, dada às bravias
Cóleras dos dualismos implacáveis
E à gula negra das antinomias!

Psique biforme, O Céu e o Inferno absorvo...
Criação a um tempo escura e cor-de-rosa,
Feita dos mais variáveis elementos,

Ceva-se em minha carne, como um corvo,
A simultaneidade ultramonstruosa
De todos os contrastes famulentos!
Augusto do Anjos


Desabafado por Alice Maravilha às 10:31 PM

2 Comentários:

Quem é não é dúbio?
Quem ama o tempo todo? Quem odeia o tempo todo?
As vezes somos heróis, salvamos a pátria... as vezes somos vilões acabamos com os outros...
Jogue a primeira pedra quem não é assim: HUMANO

By Anonymous Anônimo, em novembro 13, 2004 10:02 PM  

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Gotham 22 :30

Esse poema me fez lembrar de um de meus terrivéis inimigos: DUAS CARAS!
Será porq?

BATMAN

By Anonymous Anônimo, em novembro 13, 2004 10:30 PM  

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sábado, novembro 06, 2004


Despedida

Por mim e por nós e por mais aquilo
Que está onde as outras coisas nunca estão
Deixo o mar bravo e o céu tranqüilo
Quero solidão

Meu caminho é sem marcos nem paisagens
E como o conheces? – me perguntarão
- Por não ter palavras, por não ter imagens.
Nenhum inimigo e nenhum irmão.

Que procuras? – Tudo. Que Desejas? – Nada.
Viajo sozinha com o meu coração
Não ando perdida, mas desencontrada
Levo o meu rumo na minha mão.

A memória voou da minha fronte
Voou meu amor, minha imaginação...
Talvez eu morra antes do horizonte.
Memória, amor e o resto onde estarão?

Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra
Beijo-te, corpo meu, todo desilusão.
Estandarte triste de uma estranha guerra...
Quero solidão.

Cecília Meireles


Desabafado por Alice Maravilha às 11:10 PM

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segunda-feira, novembro 01, 2004


É sabido que Nietzsche via o budismo como uma crença mais "pé no chão" que o cristianismo devido a sua maior objetividade.Mas até que ponto?Tudo bem que o budismo não é uma luta contra o pecado que deriva de nossos impulsos naturais, mas é uma luta contra os desejos que também derivam de nossos impulsos naturais.Sendo assim,onde está essa maior objetividade do budismo se ele também se constitui numa negação à natureza humana?

Desabafado por Alice Maravilha às 12:06 AM

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